
Você pode até não se lembrar, mas certamente já se esbarrou com um “Pequetito” por aí, seja naquele delicioso almoço de domingo na casa dos seus avós ou nas festas de aniversário que tornam os quintais das casas ainda felizes e saborosos. Aposto que agora você se lembrou, não é mesmo? Até porque o Guaraná Pequetito tem esse sabor de família, de infância e aconchego.
A indústria responsável pelo Guaraná Pequetito surgiu no início dos anos 50 pelas mãos de Adalberto Tortorelli, e era a responsável por engarrafar aguardentes vindos de Santa Cruz das Palmeiras – SP, entre elas a Nova Guapé e Gatinha, e também a produzir o refrigerante que carregava o nome de Montessantense.
Adquirida por Tito Paulino, a indústria foi vendida para Wenceslau Pereira dos Reis, carinhosamente conhecido como “Pequetito”, que utilizou desse seu apelido para batizar o guaraná produzido em sua fábrica. Na tentativa de modificar o nome do refrigerante, Wesceslau esbarrou no descontentamento de seus consumidores fiéis, e viu que o melhor era não fazer mais a modificação.
Desde então, a Guaraná Pequetito diversificou a linha de produção e inovou tanto nos sabores quanto nas embalagens, mas cultivou a tradicional garrafa conhecida como “caçulinha”, que talvez melhor represente o espírito carismático do Guaraná Pequetito.
O Guaraná Pequetito lançou mão da tecnologia, modernizando seus equipamentos e acompanhando as inovações do setor, mas continua zelando, de forma minuciosa e quase artesanal, a preciosidade e a tradição do Guaraná Pequetito, em cada garrafa que carrega essa marca.
Hoje, com mais de 60 anos, a história do Guaraná Pequetito se mescla com a da cidade mineira de Monte Santo, tornando-se quase impossível e até mesmo desnecessário separá-las, afinal de contas, é assim que elas se sustentam e perpetuam: retroalimentando-se e criando perspectivas inovadoras para as gerações futuras.